Subespecialidade médica

Onco-Hematologia

O que é Onco-Hematologia?

A onco-hematologia é uma subespecialidade da hematologia dedicada ao diagnóstico, tratamento e acompanhamento das doenças malignas do sangue, da medula óssea e do sistema linfático.

Essas condições são caracterizadas pelo crescimento anormal e descontrolado de células sanguíneas, podendo comprometer o funcionamento normal do organismo e, sem tratamento adequado, representar risco à vida.

Dra. Lourdes Alice Marinho - Onco-Hematologia

Patologias malignas

Principais condições acompanhadas em Onco-Hematologia

O acompanhamento especializado em onco-hematologia envolve doenças que exigem avaliação precisa, definição terapêutica adequada e seguimento contínuo.

Leucemias

São cânceres que afetam os glóbulos brancos. Podem ser agudas ou crônicas, de origem mieloide ou linfoide.

  • Leucemia mieloide aguda (LMA)
  • Leucemia linfoide aguda (LLA)
  • Leucemia mieloide crônica (LMC)
  • Leucemia linfoide crônica (LLC)

Linfomas

São tumores do sistema linfático, com origem nos linfonodos ou em outros tecidos linfáticos.

  • Linfoma de Hodgkin
  • Linfoma não Hodgkin, com diferentes subtipos

Mieloma Múltiplo

Trata-se de uma neoplasia da medula óssea que compromete as células plasmáticas, responsáveis pela produção de anticorpos.

  • Pode causar dores ósseas
  • Pode estar associado à anemia
  • Pode cursar com insuficiência renal
  • Pode favorecer infecções

Síndromes mielodisplásicas e neoplasias mieloproliferativas

São doenças da medula óssea em que as células sanguíneas se desenvolvem de forma desordenada.

  • Exigem acompanhamento contínuo
  • Podem evoluir para leucemias em alguns casos
  • Demandam avaliação e seguimento especializados

Conduta especializada

Importância do diagnóstico e do acompanhamento contínuo

Em onco-hematologia, o diagnóstico precoce, a definição adequada da estratégia terapêutica e o acompanhamento próximo com especialista são fundamentais para o controle da doença e para a condução segura do tratamento.

Cada caso deve ser avaliado de forma individualizada, considerando o tipo de doença, a fase clínica, as condições do paciente e a resposta ao seguimento.